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31/03/2005

Texto no Diário Popular

Meu artigo (levemente) crítico ao Desenvolver Pelotas saiu na edição de segunda-feira do Diário Popular. Uma réplica, também moderada, saiu no editorial do dia 30.
Novo site

Vocês já viram que beleza está a nova página do Curso de Economia UFPel? Está uma beleza! Um serviço profissional.
A obra está sendo realizada pelo Prof. Nelson e pelo Vinícius (II semestre). Parabéns para eles!

30/03/2005

Informação assimétrica...

... ou picaretagem. Chame como quiser. Tenho uma leve desconfiança que esses caras não resistem a uma busca no Google. Espero que eu esteja errado.

29/03/2005

Boa e má notícia

A boa notícia é que o trabalho meu e do Rodrigo Ávila (ex-aluno nosso e atualmente mestrando da PUC-RS) foi aceito para publicação pela Revista da ANPEC. A propósito, apresentarei o mesmo trabalho, só que na lingua de George Bush Jr., no Seminário sobre Econometria Espacial em Kiel (Alemanha), na semana que vem.

A má notícia é que o CNPq não aprovou um projeto de pesquisa meu sobre o mesmo assunto, econometria espacial. Eram uns R$50 mil. Fica para a próxima...
Convergência

Meu alunos de Desenvolvimento Econômico passam o semestre discutindo a convergência de rendas per capita. O texto "Why Are We Worried About Income? Nearly Everything that Matters is Converging" diz que esta pergunta não tem importância. Afinal, os países estão convergindo nos indicadores sociais.

(Os meus futuros alunos, contudo, continuarão tendo que achar o estado estacionário nos modelos de crescimento. Faz parte do treinamento como economistas de vocês)

28/03/2005

Fui enganado

Visitei Cuba. Comida abundante e variada, muitos ingredientes importados, tudo é limpo, os funcionários poliglotas (alguns falando 4 línguas e com nível superior), serviços de qualidade e tv a cabo com uns vinte canais internacionais.
Pois é. Essa é a vida em euros em um hotel das grandes redes internacionais.

Achei que ia encontrar um país socialista. Qual nada. O que vi foi uma sociedade dual: se você trabalha no setor capitalista (ou está no partido), tudo está ao seu alcance. As lojas têm tudo e vendem o que você quiser. Já se você viver no socialismo com um salário de 13 doláres, o bicho pega. A comiga é barata, mas você não a encontra em qualidade nem quantidade. O aluguel é gratuito, mas faltam casas e elas estão caindo - literalmente - aos pedaços. Ou seja, a vida é dureza.

Bem, eu só tenho impressões gerais sobre Cuba e não me sinto capaz de julgamentos definitivos. No geral, me pareceu um país latino-americano como qualquer outro: muito pobre, desigual e com uma cultura influenciada pelos EUA (apesar do anti-americanismo pueril de todos). Pedintes e prostituição tal como em qualquer cidade grande do Terceiro Mundo.

Não vi crianças de rua e a população parece saudável. As escolas foram os únicos prédios pintados e mais arrumadinhos. O curioso é ver imagens do Che Guevara e do Mickey na mesma parede de uma sala de aula de educação infantil.

Ah... e existe um idoso fardado e barbado que em uma semana apareceu por três vezes na TV. Em cada uma delas ele falou por umas quatro horas de assuntos relevantes como panelas de pressão e dos gastos de energia de diversos modelos de refrigeradores. Parecia um síndico chato e meio gagá. De qualquer forma, o público aplaudiu no fim.

23/03/2005

Gasto Público

Já que não conseguiu aumentar o seu “miserável” salário, o inacreditável Severino Cavalcanti -de frases surreais- instituiu no canetaço um aumento considerável (em torno de R$ 20 mil/mês a mais) da verba disponível para o gasto com os parentes, perdão, digo, com o gabinete de cada deputado federal. Tal absurdo me levou a fazer uma breve continha, sem grande rigidez, só um pequeno exercício mental: se confirmado o aumento, cada deputado custará por mês ao país, somando todas as suas remunerações fixas, aproximadamente R$ 88.000,00. Por algum motivo, essas ilustres figuras ganham 15 salários por ano, então, como são 513 deputados federais, fazendo duas multiplicações simples chegamos ao custo anual de mais de R$ 700 milhões. Cheguei ao valor arredondando os valores para baixo, e ainda sem contar as remunerações variáveis, como convocações extraordinárias.

Seria legal se outras pessoas fizessem os mesmos cálculos aproximados, em relação aos nossos milhares de prefeitos e vereadores, centenas de deputados estaduais, governadores, senadores, todos com as suas grandes e caras equipes, suas diárias e suas regalias. Teríamos um custo global dos políticos brasileiros por ano, e poderíamos cada um concluir se o valor gasto é eficiente (gera benefício igual ou maior) ou se existe aí algum desperdício de dinheiro público.

19/03/2005

Off-line

Eu ficarei uma semana desconectado. Novidades socialistas na volta.
Animo os outros postadores infreqüentes do blog a aumentarem a freqüência.

17/03/2005

A história só se repete como farsa

Tem gente que acha que a indicação de Wolfowitz para o Banco Mundial é provocação dos EUA. Bem, ao menos há precedente histórico: Robert McNamara, chefão da guerra do Vietnã, também foi presidente do Banco. A propósito, corra para a melhor videolocadora da cidade e pegue o filme Sob a Névoa da Guerra. Muito bom mesmo.

13/03/2005

Celulares e Desenvolvimento

Quem me conhece sabe que eu abomino telefones celulares. Nunca tive. (Acho que existe existe uma misteriosa relação direta entre a falta de sensatez das pessoas, o número de ligações que recebem e o volume de sua voz.)
Bem, dito isso, eu tenho que dar o braço a torcer. A Economist me convenceu que o celular é muito mais importante para os países pobres do que o acesso à internet. Um estudo mostra que um aumento de 10 telefones por 100 habitantes gera um crescimento adicional de 0,6% do PIB. Celulares podem ser utilizados por analfabetos e em lugares com energia elétrica inconstante . Eles reduzem os custos de transação, economizam recursos com o deslocamento das pessoas e aumentam os mercados. Além disso, 75% da população mundial já está em áreas que têm sinal de celular.

Leia a matéria completa
aqui.

Já o estudo está aqui (2, 7 MB).
Concurso para Prof. Substituto

Vejam a sintese do edital para o concurso de prof. substituto de Economia na UFPel.

"A Pró-Reitoria Administrativa da Universidade Federal de Pelotas torna público que realizará inscrições ao processo seletivo simplificado, para contratação de professores substitutos, atendendo à necessidade temporária de excepcional interesse público, de acordo com a Lei 8.745/93 e suas alterações, conforme segue:
INSCRIÇÕES: 16/03/2005, das 8h30min às 11h00 e das 14h00 às 17h00 nas Secretarias das Unidades.
SELEÇÃO: 17 e 18/03/2005, às 8h30min, no local das inscrições.
...

UNIDADE/Telefone: INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS/ 0xx53 278 6544
Área/Departamento/Nº de Vagas: Economia/Geografia e Economia/ 01
Titulação exigida: Bacharelado em Economia
Tipos de Provas: Títulos, Didática e Escrita

...

DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA: Currículo (cópia documentada), Cédula de Identidade (cópia) e Comprovante de Recolhimento, no Banco do Brasil, da taxa de inscrição, no valor de R$ 15,00 (quinze reais), em nome da UFPel, Ag. 4201-3, CC 170.500-8, finalidade 15404715264014-7.
NOTA:
1. É proibida a contratação, nos termos do Art. 6º desta Lei, de servidores da Administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como de empregados ou servidores de suas subsidiárias e controladas;
2. Não poderão ser contratados servidores, ativos ou inativos, ocupantes de cargo efetivo, integrante da carreira de magistério de que trata a Lei nº 7.596 de 10 de abril de 1987;
3. É vedada a contratação de candidatos, professores substitutos ou visitantes, cujos contratos tenham expirado há menos de 24 meses;
4. O ingresso dos candidatos ficará condicionado a exames clínicos, solicitados pelo Serviço Médico Pericial da UFPel (0xx53 275 7159).
OBS. Para os itens 1 e 2 excetuam-se os casos previstos no artigo 37, inciso XVI, alíneas a, b, c da Constituição Federal, observado o parágrafo 10, da Emenda Constitucional número 20, publicada no DOU de 16/12/98.
As contratações dependerão de disponibilidade orçamentária e financeira
Pelotas, 10 de março de 2005

Francisco Carlos Gomes Luzzardi
Pró-Reitor Administrativo
"

11/03/2005

Será que funcionará?

Parece interessante. É... se é possível comprar e vender qualquer coisa na internet, porque não dinheiro?
Mulheres inteligentes, escolhas sensatas

Um estudo mediu o QI de 900 crianças aos 11 anos. Depois as acompanharam por 40 anos. Descobriu-se que as de QI mais alto não se casaram, enquanto as com escores mais baixos foram casadoiras. Com os homens deu-se o contrário, os mais inteligentes casaram com mais freqüência.

Minha interpretação para o fato: é fato notório que o casamento faz bem para os homens e mal para as mulheres. As mulheres inteligentes percebem que não precisam de um homem chato em casa para serem felizes. Elas estudam Economia e seguem suas carreiras profissionais livres, leves, e soltas. E os homens inteligentes percebem que apesar de inteligentes, precisam de uma mulher para não fazerem besteira.

Então, caro leitor, se nessa longa estrada da vida você tiver a sorte, como eu, de encontrar com um mulher inteligente disposta a casar, case antes que ela perceba a besteira que fez. E, cara leitora inteligente, esqueça o seu sonho de casar e vá curtir a solteirice.

A fonte, como sempre, é o Marginal Revolution.

09/03/2005

Economia do Papel Higiênico:

Vejam o e-mail do Shikida que me esperava na caixa postal hoje:

Acaba de sair o Atlas do MErcado Brasileiro da Gazeta Mercantil.
Segundo a publicacao, podemos obter a estranha relacao:
O gasto per capita em papel higienico em BH é de 0.02 enquanto que, para Montes Claros, Governador Valadares e Timoteo, é 0.01.

O que este indicador mostra? Nao sei bem. Familias tendem a ter, em média, a mesma constituicao biologica. O que levaria uma pessoa de BH a gastar mais com papel higienico do que os de outros municipios? Pode ser que a inflacao seja o fator aqui. Em outras palavras, falta um indice de precos municipal. Outro fator é que BH, sendo capital, pode ter mais favelas e entao a homogeneidade biologica pode estar tendo seu efeito
distorcido por doencas mais frequentes em favelas.

Enfim, pode-se usar outros produtos, mas eu queria entender a validade dos dados que, mesmo em termos per capita, sempre colocam as capitais acima do resto.

Palpites?


Bom, o meu palpite é que papel higiênico - quem diria- é bem superior. Mas a pergunta é boa.
Descanse em Paz

Muita gente usa o sistema Lattes (pronuncia-se como se lê) e não sabe de onde vem este nome. Pois é, o nome homenageia Cesar Lattes, um dos maiores físicos brasileiros e um dos criadores do CNPq em 1951.

A má notícia é que este nobre senhor faleceu ontem. Não entendo bulhufas das contribuições dele para a Física, mas sei muito bem no que o CNPq me ajudou e sou bastante grato. (Dois micros a multifuncional e um monte de material de consumo de nosso curso também foram comprados com recursos do CNPq.).

Com a sua morte, 2005, o ano mirabilis da Física perde um pouco do seu brilho. Ou, então, ganha novo significado.

(Agora de volta à labuta da prestação de contas...ao CNPq).

Lembrete



A matrícula da Economia será no 10/03, uma quinta-feira, das 14:30 às 21:30
Avisem aos amigos e inimigos.



Vocês sabem que não existe outra chance. Quem não se matricular no dia,ou não pedir que um amigo (que possua uma autorização) faça a matrícula, perde a vaga. Isto é uma determinação da Universidade.
O petróleo é nosso

História conhecida: povo pobre fica indignado porque empresa multinacional má, ganaciosa e fedorenta explora as suas riquezas naturais. So que desta vez, o país é a Bolívia e a empresa madrasta, a Petrobrás.
Que bom que eu não sou um alter-mundista. Se fosse, ficaria em um dilema: se eu defender a Bolívia fico contra a Petrobrás, o orgulho nacional, se defender a Petrobrás fico contra a Bolívia.
Ufa, dessa eu me livrei...
Tomara...

.. que nessa o Palocci saia ganhando. Mas duvido muito. O lobby contra a concorrência no setor aéreo é forte demais dentro do governo.
Sonho com o dia em que teremos no Brasil uma companhia com preços como estes.

08/03/2005

Feliz Dia Internacional da Mulher

Parabéns a todas!!! Cada vez existem mais mulheres economistas, o que é uma ótima notícia. Além disso, as interessadas poderão entrar nesta Associação.
Deu no Diário Popular

O reconhecimento do Curso de Economia. (Obrigado, Davi, pelo aviso).
Economia da Doação de Orgãos

O meu amigo Prof. Cláudio Shikida (IBMEC-MG, FIEMG) adora o assunto. Eu nunca me interessei tanto assim, mas considero válido discutir quais arranjo institucional promoveria a maior eficiência no mercado de doação de órgãos. Parece simples, mas é complicado pacas.
Fiz esta referência só porque li aqui que o governo holandês, vai adotar a prática do não-doou, não levou. Quem se compromete a ser doador, vai para frente da fila se um dia precisar. Não quer doar, fica para trás.
O Shikida pode explicar melhor, mas me parece que além de aumentar eficiência ainda é justo.

06/03/2005

Quem diria?

Da Coluna do Elio Gaspari de hoje:

"A Viúva herdou o vigarista

Uma boa biografia do grande vigarista ítalo-americano Charles Ponzi (1882-1949), publicada nos Estados Unidos, acaba de mostrar que coube à Viúva brasileira desembolsar um dinheirinho para pagar suas últimas despesas. Ponzi entrou para a história econômica pela porta dos fundos. Enquanto economistas como Nikolai Kondratieff ou Corrado Gini deram seus sobrenomes a uma teoria dos ciclos ou ao indicador de distribuição da riqueza numa sociedade, Ponzi tornou-se sinônimo de um golpe no qual se oferecem juros astronômicos para terminar tudo num calote. Teve seu nome registrado no dicionário de Oxford e na Enciclopédia Britânica

“Ponzi's Scheme”, ou “O Golpe de Ponzi”, do jornalista Mitchell Zuckoff, conta a vida do finório que eletrizou 30 mil pequenos investidores em 1920. Tomou-lhes 9,6 milhões de dólares, algo como 200 milhões em dinheiro de hoje. Ele oferecia 50% de juros em 90 dias (boa idéia para o Copom) e sustentava que podia bancar essa conta porque jogava na variação cambial de vales postais. Era mentira. Ele simplesmente rodava uma bicicleta, tomando dinheiro de novos investidores para pagar aos antigos. A farra durou sete meses.

O governo americano foi em cima de Ponzi e tomou-lhe a casa, os móveis e a roupa do corpo. Deixou-o por 14 anos na cadeia, costurando cuecas.

Greta Garbo não terminou no Irajá, mas Carlo Ponzi acabou na Rua Engenho Novo, 118, apto 102. Ele chegou ao Rio de Janeiro em 1939 como funcionário da companhia aérea italiana Latti. Perdeu o emprego, deu aulas de inglês e manteve uma pensão. Tentou tomar uma carona no populismo cambial do governo Dutra criando uma importadora de canetas, relógios e rádios. Nada deu certo.

Ponzi morreu em 1949, aposentado pela Viúva brasileira. Recebia 70 dólares mensais do Instituto de Aposentadoria do Comerciários, o IAPC. Estava quase cego e terminou seus dias num hospital público do Rio, possivelmente o São Francisco de Assis. "

04/03/2005

Vamo batê lata!

Pessoal, aí vai um texto de divulgação do curso. Já foi mandado para o Diário Popular, mas vocês são encorajados a enviá-lo aos seus jornais/rádios/tv/blog prediletos.

"Curso de Economia da UFPel é reconhecido pelo MEC


O Curso de Economia da Universidade Federal de Pelotas teve seu reconhecimento legal perante o MEC. Agora, os alunos da primeira turma, formada em Setembro do ano passado, já podem obter seus diplomas de Economista com validade em todo o território nacional.
Este processo de reconhecimento teve início quando o Curso foi visitado pelos professores enviados pelo INEP-MEC, Dr. Pery Shikida e Dr. Gérson Lima, no mês de Junho e acompanharam a rotina, examinaram as instalações, verificaram a documentação e conversaram com todos os envolvidos no curso. O relatório destes avaliadores do MEC, concedeu ao curso a avaliação “Muito Bom”, a nota máxima que uma instituição pode receber, no tocante à organização Didático-Pedagógica. Os avaliadores enfatizaram que o curso é bem organizado e o projeto pedagógico “mostra uma vocação regional adequada, buscando formar um profissional competitivo para o mercado de trabalho”. O corpo docente do curso recebeu conceito “Bom”. O relatório apontou, que apesar do pouco tempo como docentes no ensino superior, os professores têm elevado mérito e uma produção científica elevada. No quesito Instalações, o curso também recebeu o conceito Bom, sendo que diversos aspectos da Biblioteca das Ciências Sociais receberam nota máxima.
Vale notar que, apesar de não ter completado cinco anos de existência, o curso já obteve diversas conquistas nas atividades de pesquisa. Seus alunos do curso já conquistaram diversas premiações nos Congressos de Iniciação Científica da UFPel e seus projetos de pesquisa são financiados pelo CNPq e pela FAPERGS. Ainda nas atividades de pesquisa, o Curso foi responsável por elaborar um perfil socioeconômico municipal através de convênio com a prefeitura de Pelotas. Os resultados de todas estas investigações foram divulgados em eventos e periódicos científicos nacionais e internacionais.
Segundo o coordenador do Curso, Prof. Fábio Caetano, o reconhecimento do Curso de Economia da UFPel veio a consagrar o esforço de toda a comunidade universitária, em especial dos alunos que, após enfrentarem uma relação de 10 candidatos para cada vaga no vestibular de Inverno da UFPel, são parte ativa da construção do curso.
A próxima meta da Economia da UFPel é a criação Curso de Extensão e Aperfeiçoamento em Teoria Econômica (CEATE). O curso, resultado de uma parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil, tratará do que há de mais recente na Ciência Econômica e, ao mesmo tempo, preparará os alunos para o Exame de Seleção da ANPEC (Associação Nacional de Pós-graduação em Economia). Esta seleção, realizada todo mês de outubro, é necessária para os alunos que desejem ingressar em programas de Mestrado na área em todo o Brasil. O Coordenador do CEATE, Professor Nelson Santos, afirma que Pelotas e região terão um curso de mesma qualidade e orientação dos melhores cursos oferecidos nas principais capitais do país; o que, portanto, aumentará a inserção dos economistas da região em programas de pós-graduação qualificados."

Nasceu !!!
O Coordenador Prof. Fábio Caetano avisa que o Curso de Economia da UFPel foi reconhecido perante o MEC, com direito a portaria no Diário Oficial e tudo.

Agora nós vamos fazer a divulgação para que a cidade e região saibam da boa nova...

03/03/2005

Boas notícias

Em breve... aqui...

02/03/2005

Com o suor do rosto

A história é conhecida desde a Revolução Industrial: empreesa muda as horas de trabalho, os trabalhadores ficam loucos da vida e danificam a fábrica. Só que no caso desta fábrica chinesa que produz para a Nike, os operários se revoltaram pela redução da jornada de trabalho para 60 horas semanais! A mudança foi motivada pela pressão das empresas americanas que não queriam ser criticadas pela exploração da mão-de-obra chinesa e limitadas. A confusão só parou quando intervieram 500 policiais.
Cheguei ao link, como sempre, pelo Marginal Revolution.
Crescimento

5,2% é um bom número. Não dá para entrar em clima de oba-oba. No biênio 2003-04, a taxa de crescimento brazuca ficou abaixo da média mundial e existem alguns riscos pela frente. O negócio é aproveitar os bons ventos internacionais e não fazer lambança.

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