<$BlogRSDUrl$>

29/04/2005

Monitoria de Micro

Estão abertas as inscrições para monitor de Microeconomia. Maiores informações aqui.
Fórum de Economia da Cultura

Em um encarnação passada, pelos idos de 1999, eu escrevi sobre Economia da Cultura. Agora, voltarei a tratar do assunto neste evento, que acontecerá no dia seguinte ao Fórum da Liberdade e no mesmo local.
Em uma das sessões, debaterei o papel do Estado na Cultura com o Olavo de Carvalho (!) e o Luis Carlos Prestes Filho (!!). Nem imagino o que pode acontecer.
Os economistas nas baladas

O Marginal Revolution está otimo hoje. Tem um link para o relato de um economista sobre suas desventuras ao se interessar por uma mulher só porque ela lia a revista Economist. O causo é hilariante.
Glu Glu Glu.... viva o Acemoglu!

Daron Acemoglu ganhou a medalha John Bates Clark. É um prêmio dado para os economistas com menos de 40 anos. É quase um pré-Nobel.
Ele merece! O trabalho "Reversal of Fortune" é uma dos melhores sobre desenvovimento econômico no longuíssimo prazo. Ao menos para mim, virou um clássico instantâneo.
(Tive a sorte de, em 2002, ter um dia de aulas com o sujeito. Muito legal.)

27/04/2005

Eu odeio celulares...

... mas vejam o efeito da privatização da telefonia em Ghana. O país é realmente muito pobre, mas as cinco empresas de celulares que lá operam fizeram uma revolução. 25 mil pessoas vivem de alugar seus telefones para pessoas que ainda não tem o seu próprio aparelho. É como se fosse um orelhão ambulante.

E mais: na capital, Accra, 1600 pessoas trabalham digitando informações de seguros dos norte-americanos. Multas de estaciomento de Nova Iorque estão sendo processadas por lá. Parece que tais atividades estão indo tão bem que emigrantes, educados na Europa, já estão voltando para lá.
Eu odeio celulares...

... mas vejam o efeito da privatização da telefonia em Ghana. O país é realmente muito pobre, mas as cinco empresas de celulares que lá operam fizeram uma revolução. 25 mil pessoas vivem de alugar seus telefones para pessoas que ainda não tem o seu próprio aparelho. É como se fosse um orelhão ambulante.

E mais: na capital, Accra, 1600 pessoas trabalham digitando informações de seguros dos norte-americanos. Multas de estaciomento de Nova Iorque estão sendo processadas por lá. Parece que tais atividades estão indo tão bem que emigrantes, educados na Europa, já estão voltando para lá.
Andre Gunder Frank (1929-2005) *

Murió el sábado en Luxemburgo

Fue uno de los creadores de la teoría de la dependencia y compañero de lucha en los hermosos tiempos de la batalla contra las injusticias sociales en los años sesenta

Victor Toro Ramirez
La Haine

Andre Gunder Frank murió el sábado derrotado por el cáncer. Uno de los creadores de la teoría de la dependencia y brillante representante de la teoría de sistemas mundiales, Andre fue más que todo un incansable luchador político contra toda manifestación de injusticias en nuestras sociedades.

Precisamente por eso, fue siempre combatido por el mundo académico internacional, lo cual lo condenó a vivir un exilio permanente.

Para nosotros, los chilenos, además de su gigantesca estatura intelectual, Andre fue un compañero de lucha en los hermosos tiempos de la batalla contra las injusticias sociales en los años sesenta, durante el gobierno de Salvador Allende, miembro del MIR, y después en la lucha internacional contra los militares asesinos y terroristas dirigidos por el dictador Pinochet.

Escribimos con dolor estas líneas sobre la muerte de un amigo y compañero durante mas de cuarenta años, pero también las escribo como una manera de decirle simplemente:

Hasta la Victoria, Siempre, Andre.

Victor Toro Ramirez
23 abril 2005

Nota de Correspondencia de Prensa: André Gunder Frank, nacido en Alemania y doctorado en economía en la Universidad de Chicago en 1957. Profesor en diversas universidades de Europa, Africa, América Latina y Estados Unidos. Entre sus obras más notables se encuentran "Lumpenburguesía: lumpendesarrollo" (Serie Popular Era, México, 1971-1974-1978-1981) y "Capitalismo y subdesarrollo en América Latina" (Siglo XXI Editores, México, 1970-1982). Uno de sus últimos trabajos fue publicado por la revista Movimiento bajo el titulo "Tío Sam, el estafador global". Ver: www.revistamovimiento.com.br

25/04/2005

Dados...

O site da Confederação Nacional de Municípios reuniu boas informações municipais no site.
Ingoranççia na Imprensa (e na academia)

Eu já estou acostumado. Entra ano, sai ano, o Prof. Klering (de ADMINSTRAÇÃO) da UFRGS, publica na Zero Hora o ranking dos PIBs municipais do RS. A metodologia é equivocada e dá resultados muito estranhos. O problema é que agora ele fez o estudo para todo o Brasil. Querem ver, aí vão os resultados para os municípios com maior PIB/capita do RS:

1 Triunfo
2 Aratiba
3 Garruchos
4 Pinhal Grande
5 Candiota

Brasília fica com o terceiro PIB total (e nao per capita!!) do Brasil. Qual é o problema? Ele se baseia apenas no Valor Adicionado Fiscal (VAF) para estimar o PIB. E o VAF só considera as atividades que pagam ICMS. Todo o resto fica de fora.
Outra distorção está na divulgação dos dados: a imprensa não sabe a diferença entre PIB e renda. O PIB municipal estima aonde é gerado o valor e não aonde ele é absorvido pelos residentes. Por isso, Triunfo (RS) e Paulínia (SP), pólos petroquimicos, aparecem na frente. Dependendo das fronteiras dos municípios, os resultados ficam estranhos. Se uma fábrica fica em um município e seus trabalhadores moram em outro, o primeiro vai ter um PIB pib per capita alto e o segundo uma renda per capita alta.
Mas a Zero Hora não sabe disso e sai filosofando.

24/04/2005

Êba

Aumentou o salário mínimo em Cuba! Vai passar de US$4,00 para uns US$8,50.

(A propósito, descobri uma forma ótima de transformar taxistas brasileiros em anti-castristas. Basta contar para eles que os seus colegas de profissão da ilha ganham apenas 1% do faturamento mensal)

23/04/2005

Pobre do pessoal de Contabilidade Social

E então? Como registrar estas operações? Contabilizo uma arma virtual como bem ou como serviço?
Sei lá, mas que imagino que, em um futuro próximo, teremos que pensar mais sobre a economia virtual...

22/04/2005

ANPEC Sul

Em primeira mão, aí vao as informações para o Encontro Regional da Associação Nacional de Pós-graduação em Economia. Este ano, o encontro será em Porto Alegre e vamos ver o que conseguimos fazer para que todos os interessados possam estar lá.


"O próximo Encontro Regional da ANPEC/SUL realizar-se-á na cidade de Porto Alegre, entre os dias 21 e 23 de setembro. Enquanto os cartazes e folders do referido Encontro não ficam prontos, gostaria que os senhores divulgassem o que segue:

(1) O VIII Encontro Regional da ANPEC/SUL será realizado nos dias 21, à noite (inscrições, abertura e palestra com o convidado especial), e 22 e 23, manhã e tarde (sessões de apresentação de trabalhos e painel de conjuntura econômica).

(2) As áreas para submissão de trabalhos e os membros das comissões científicas são os seguintes:

Área 1 é "Trabalho, Pobreza, Desenvolvimento Regional e Economia das Relações Sociais", sendo a Comissão Científica comporta pelos professores Nali de Souza (PUC-RS), Sabino Porto Jr. (UFRGS) e Jaime Trintin (UEM);

Área 2 é "Macroeconomia, Economia Internacional e Finanças Públicas", sendo a Comissão Científica comporta pelos professores Flávio Gonçalves (UFPR), Ronald Hillbrecht (UFRGS) e Patrícia Arienti (UFSC);

Área 3 é "Microeconomia, Economia Industrial, Economia Agrária e Recursos Naturais e Meio Ambiente", sendo a Comissão Científica comporta pelos professores Nilton Machado de Araújo (PUC-RS), Walter Shima (UFPR) e Luis Carlos Carvalho Jr. (UFSC);

Área 4 é "Metodologia, História do Pensamento Econômico e Economia Política", sendo a Comissão Científica comporta pelos professores Armando Dalla Costa (UFPR), Joaquim Couto (UEM) e Elton Ouriques (UFSC);

Área 5 é "Econometria e Economia Matemática", sendo a Comissão Científica comporta pelos professores Augusto Alvin (PUC-RS), Jorge Araújo (UFGRS) e Ricardo Lopes (UEM).

(3) O prazo final para submissão de trabalhos é 10/06. As normas para a submissão de trabalho são as mesmas exigidas pela SEP, ANPEC, SBE e da própria ANPEC/SUL e a taxa de submissão de trabalho é R$ 60,00."

21/04/2005

Tiradentes
Faz mais de 200 anos, brasileiros se revoltaram contra a excessiva carga tributária. Pena que pouco mudou.

20/04/2005

Feriadão

UFPel decreta Ponto Facultativo na sexta,22. Então, pessoal, nada de aulas de HPE II.

Aos alunos com os quais eu tinha marcado atendimento, eu peço para que entrem em contato para remarcarmos.
O que fazer com US$ 695?

Este é o melhor gasto possível.
http://www.oup.com/us/brochure/0195105079/?view=usa
O que fazer com US$ 695?

Este é o melhor gasto possível.
http://www.oup.com/us/brochure/0195105079/?view=usa

19/04/2005

Habemus Papa

O Shikida avisou antes. Como era de se esperar (vide o post O Mercado não erra abaixo), os apostadores acertaram quem seria o papa. Nada como o mercado para juntar o conhecimento disperso, mas não duvido que uns carinhas com roupa engraçada tenham passado em um bookmaker e investido o dinheiro do ofertório...:-)


18/04/2005

Novo site regional

Eu só conheci faz pouco o site Mesosul, voltado para discutir as questões referentes à metade sul. Vale a visita.

17/04/2005

Mais sexo!!!

A dica foi do EconomiaEverywhere. Os velhinhos Gary Becker (Nobel de Economia) e Richard Posner (Juiz-famoso-pra-caramba) discutiram no blog deles a mudança na moral sexual na segunda metade do século XX. Para o Posner, os seguintes fatores teriam facilitado as coisas:
- A penicilina, que reduziu os danos das doenças venéreas;
- As tecnologias contraceptiva (pílula e camisinhas);
- O crescimento do setor de serviços. Por não exigir tanta força física, tal setor possibilitou que as mulheres entrassem no mercado de trabalho. Com isso, o custo de oportunidade de ter filho aumentou e o benefício do casamento diminuiu. Elas passaram, então, a utilizar as inovações tecnológicas e separaram sexo do casamento.
- A queda da mortalidade infantil. Quando os riscos de morte eram grandes, as mulheres estavam sempre grávidas, ou amamentando, durante a vida fértil para que o número desejado de filhos sobrevivesse. Isso, associado a queda na demanda por filhos, devido à urbanização, fez com que a mulher típica fica menos tempo grávida. Com isso, ela pôde usufruir do sexo sem intenção reprodutiva.

Falem sério, existe alguma área do conhecimento mais divertida do que a Economia???
Patrono

Agradeço sinceramente o convite para ser o patrono da turma de formandos. (Espero que desta vez, mais experiente, eu não faça vergonha e saiba os passos certos da cerimônia.)
Obrigado!
Meio século

Faz 50 anos que Ray Kroc inventou a franquia.

16/04/2005

Ótimo lançamento

O Prof. Nelson me contou a ótima nova que o livro da Matemática para Economistas do Simon & Blume está disponível em Português. O livroé jóia. Acessível, abrangente e interessante.

14/04/2005

ZPQ

Sou uma empresa de grande porte, com muita mídia e marketing, tenho uma pessoa que sempre esteve vinculado à minha empresa e por um motivo aparentemente sem sentido resolveu realizar propaganda para outra empresa.

Até aqui nenhuma novidade, no entanto, qual não é a surpresa geral quando novamente retorna para minha empresa o meu garoto propaganda. E depois de um tempo lança uma propaganda com um selo de qualidade, atestando o produto para o qual sempre realizou propaganda.

Acho que este foi um belo jogo de marketing para a minha empresa, deixo meu garoto propaganda expor o produto do concorrente para depois traze-lo de volta para atestar que meu produto é indiscutivelmente melhor.

A única com selo de qualidade: ZPQ (Zeca Pagodinho de Qualidade).
Verissimo

Eu realmente gosto muito do LFVerissimo. Mas quando ele resolve falar de Economia, babaus. Olhem trechos da coluna de hoje:

A analogia doméstica


Quando querem tornar as coisas mais fáceis para nós os leigos (leia-se os burros) compreender- iiiiiiiiiiiiiii mos, os economistas costumam recorrer à analogia doméstica. Um país é como uma família que não pode gastar mais do que ganha, dizem. Um país, como uma família, precisa ser realista no seu orçamento e responsável nos seus gastos. Senão um país, como uma família, vai à bancarrota.

(...)
Existe o mesmo perigo de ficarmos imaginando a família modelo dos economistas e esquecermos a sua lição. O pai (Egídio) é um exemplo de controle e sobriedade, como os economistas no poder gostam. No passado se excedeu, gastou mais do que podia e foi obrigado a fazer um empréstimo. Mas está pagando o seu empréstimo responsavelmente, como os economistas no poder recomendam. Mesmo porque precisa manter o crédito para conseguir empréstimos para pagar o seu empréstimo. Mas já que estamos no terreno do reducionismo didático, me ocorre uma situação familiar supersimples: um dia o seu Egídio é obrigado a escolher entre alimentar os seus filhos e pagar a sua dívida. Qual o exemplo que ele deve dar para a nação? Está certo, melodrama não. Mas se vamos recorrer a exemplos simplistas, então sejamos simplistas até o fim. A escolha diante da nação é exatamente a escolha do nosso pai de família imaginário.


O que Verissmo esqueceu de contar é que o tal Egídio só compra besteira, se endivida para entrar em negocios fracassados, bate os filhos, bebe cachaça e constuma dar dinheiro para os seus amigos ricos. (Além disso, dizem que ele explora seus filhos. Cobra uns 35% de tudo que eles ganham e não oferece nada em troca. Assim, os garotos vão mesmo continuar passando fome).

13/04/2005

Preta

Para pensar: se os direitos de propriedade sobre a cadela estivessem bem definidos, será que ela teria sido morta?
Mercados não erram

Não é que Cláudio Hummes está em segundo lugar?

Agora, vá aqui se você quer fazer apostas mais mórbidas.




Livro do Krugman

Acabei de saber que está difícil encontrar o livro de Economia Internacional do Krugman Obstefeld. Eu realmente sugiro que o livro seja comprado. Mas, como já usei o livro em outros semestres, a minha sugestao é que os alunos se comuniquem e entrem em algum acordo de troca, venda ou doação do tijolão.

A propósito, o que vocês acham de uma lista de discussão do curso? Seria útil neste tipo de situação, não?
Neoliberalismo???

Sempre que dizem que vivemos na hegemonia neoliberal, eu tenho vontade de mandar a pessoa ... {respiro profundo} olhar os dados sobre carga tributária.
Agora sabemos que o Estado aumentou sua participação também na esfera municipal:

De 1999 a 2002, o número de servidores públicos municipais no Brasil aumentou de 3,43 milhões para 4,06 milhões, um crescimento de 18%. É o que mostram os dados da terceira Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.

12/04/2005

Economia da Reciclagem

Galvão Bueno gritaria: o Brasil é tetra! O Brasil é tetra! E é mesmo, tetra campeão entre todos os países do mundo na reciclagem de latas. Além do positivo impacto ambiental, a economia nacional é aquecida: são R$ 450 milhões por ano gerados pelo setor. São empregadas – mesmo que grande parte informalmente – 160 mil pessoas. Legal, né? Curiosidade: no Brasil, uma lata leva em média 28 dias para ser reciclada, do momento em que é colocada fora até a gloriosa volta para a prateleira do supermercado.
Água privada

Quando alguém lhe disser que a privatização do fornecimento da água é injusto com os pobres, mostre este paper:
SSRN-Water for Life: The Impact of the Privatization of Water Services on Child Mortality by Sebastian Galiani, Paul Gertler, Ernesto Schargrodsky.

Os autores mostram que a privatização da água reduziu a mortalidade infantil em 8% em geral e em 26% nas áreas mais pobres.
Não li e já gostei

Steven Levitt é um gênio. Ele é capaz de produzir trabalhos acadêmicos sobre os efeitos do aborto na criminalidade, fraude nos testes escolares e nas lutas de sumô, a organização empresarial dos traficantes de drogas e mais um monte de assuntos interessantes.

Agora ele se juntou a um jornalista e fez um livro para as massas. Chama-se Freakonomics e, mesmo sem ter sido oficialmente lançado, já está em 18o. na lista de mais vendidos da Amazon. O blog dos autores está no início, mas promete.
Shikida no JB

Meu amigo Cláudio Shikida- que já honrou a UFPel com a sua palestra- teve um texto jóia publicado no Jornal do Brasil.

09/04/2005

Impressoes germanicas II

-Gente boa demais, para poucos dados . Houve 10 trabalhos soh sobre convergencia na Europa no mesmo periodo. Os coitados nao tem mais o que inventar. Enquanto isso, no Brasil, sobram dados...

- Antes que perguntem, a apresentacao foi ok. A teoria economica nao mudou, nem fiz vergonha.

08/04/2005

Impressoes germanicas

k=k*
(Obs:apenas para ser entendido pelos ex-alunos de desenvolvimento economico)

05/04/2005

Fora do ar

Hoje, eu viajo para e só volto na próxima terça-feira. Imagino que eu esteja on-line, mas não garanto posts diários.
Aos outros postadores, eu solicito que mantenham o ritmo para satisfazer os visitantes do blog.
Fui!
China

Um boa reportagem da BBC Brasil.

04/04/2005

O mundo ideal

Quem leu o Manifesto Comunista, viu que até o Marx percebeu o quanto o capitalismo é capaz de mudar a face do mundo. Aí vai mais um exemplo. Agora estamos recriando o mundo.
Se eu fosse milionário moraria lá.

03/04/2005

Quem será o próximo papa?

Vamos ver se o mercado acerta.
Um caso bem-sucedido

... de desenvolvimento regional.

01/04/2005

Campanha de Combate à iguinorãnssa jornalística - Post número 2.789.543

Entra ano, sai ano, a mesma coisa. Vejo os jornalistas na TV comemorando, ou lamentando, os resultados do PIB do ano anterior. O problema é que eles adoram fazer a comparação em US$, pela taxa de câmbio corrente. Os menos desastrados, como no Jornal da Globo, explicam que parte da variação foi resultante da valorização do real frentee ao dólar no ano passado. Isso é como medir a febre do sujeito com um termômetro equivocado (sendo que há um bom, logo ali ao lado) e depois ter que explicar as razões da temperatura estar em 45 graus.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?